Literatura contemporânea

     Dente de cachorro é o termo da Tipografia que designa o erro do excessivo espaçamento entre as letras e palavras na impressão. Como figura, esse dente atravessa a poesia de Cristiano Moreira, em evocações dessess tempos pós-utópicos, lidos ora como 'sinuca', ora como canto de morte e vida.     

Dente de cachorro

CRISTIANO MOREIRA

POEMAS

     Humor e ruína, ficção e política são matérias-primas dos contos de Demétrio Panarotto, com senso agudo para o absurdo que se esconde nas "regras do parque humano", os relacionamentos e as desaparições, numa prosa que traz a marca de uma oralidade perturbadoramente cotidiana.         

Ares-condicionados

DEMÉTRIO PANAROTTO
DEMÉTRIO PANAROTTO

CONTOS

CONTOS

      A prosa de Patrícia Galelli se alia ao desenho

de Yannet Briggiler para criar o mundo insólito de José, que vive em Paradoxo, uma cidade de pessoas de cabeças exatas, de cabeças vazias e de cabeças vizinhas. Livro com versão integral ao espanhol pela doutora Eleonora Frenkel.      

Cabeça de José

PATRÍCIA GALELLI

CONTOS

     A obsolescência no mundo do trabalho, o mal estar da civilização e um certo realismo urbano / suburbano atravessam os contos de estreia de Paulino Jr., numa prosa que debate os extremos do mundo-marca da sociedade do capital, da sociabilidade  pelo consumo e dos sonhos que se perdem nos acordes de "rock pesado".  

Todo maldito santo dia

PAULINO JÚNIOR

CONTOS

     A poesia incomum de Ramone Abreu Amado (Rah Amado) mescla lirismo agônico ao excesso barroco para compor dobras verbais em que o referente nem sempre é explícito, em uma experiência de leitura que pede decifração dessa espécie de diário pessoal convulsivo.        

Origamis em eras fágicas 

RAMONE (RAH) AMADO

POEMAS

    Pesquisadora da performance, Telma Scherer conjuga em "Depois da água" poemas, fotos de ações performáticas, autorretratos e registros de artista que expandem a oralidade dos poemas, no "campo expandido" em que a palavra não se limita à sintaxe ou à semântica, palavra-arte.       

Depois da água

TELMA SCHERER

POEMAS

Ensaios / História e literatura

     O livro reúne 25 anos de escrita em ensaios sobre o americanismo no Brasil, expresso na obra do Barão do Rio Branco e na Revista Americana; estudos de periódicos da era Vargas; a experiência contemporânea de edição de revistas; resenhas; crônicas; além de ensaios sobre sua Maringá natal e o cinema de Carl Dreyer são objetos da leitura crítica do editor da conceituada Babel - Revista de Poesia, Tradução e Crítica.    

Espantalhos

ADEMIR DEMARCHI

ENSAIOS

Perfis e não-ficção

     Franz Joseph Frankenberger (1856-1931) foi o primeiro morador da atual cidade de Rio do Sul, Alto Vale do Itajaí-açu. Para esse fundador, Francisco, Carmen Marangoni escreve "cartas" líricas que relatam a vida dos descendentes, as mutações urbanas e a intransigência do tempo. 

Cartas para Frankenberger

CARMEN MARANGONI

CRÔNICAS

    Fotografias históricas da cidade de Rio do Sul são pretexto para as crônicas de Gabriel Gómez e Carmen Marangoni, espécie de narrativa lírica de viagem que investiga o cotidiano e o íntimo do passado local à procura do que cada imagem familiar pode ter de surpreendente ou surreal.   

Olhares

CARMEN MARANGONI
e GABRIEL GÓMEZ

CRÔNICAS

    O barbeiro, a artista, o sapateiro, o locutor de rádio, o pastor luterano são alguns personagens de Rio do Sul que a jornalista Carmen Marangoni registra, "a domicílio", numa escuta delicada que faz cada uma dessas vidas evocar as lembranças que se misturam à história da cidade.

Que história é essa?

CARMEN MARANGONI

PERFIS

     Coletânea das crônicas e artigos de opinião publicados em meio digital de 2009 a 2016 pelo jornalista premiado, Vicenzi articula os debates do presente em torno da ética, mídia, política, ecologia e direitos humanos com a ironia própria do cronista e a postura crítica do testemunho.  

O analfabeto midiático

CELSO VICENZI

ARTIGOS DE OPINIÃO

     A trajetória de Mestre Pop (Campo Grande/MS, 1953)pioneiro do ensino da arte da capoeira em Santa Catarina e Florianópolis (1977), é revivida com entrevistas e pesquisa em fontes primárias pela historiadora Paola Vicenzi Franco, a Serena, esposa e discípula capoeirista há uma década.     

Unidade na diversidade

PAOLA FRANCO

PERFIL BIOGRÁFICO

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